Aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar



A frase de abertura do texto é atribuída ao famoso “Lorde Kelvin”, físico e matemático irlandês que ficou conhecido de todos nós, mesmo que leigos na maior parte dos temas por ele tratados ao longo de sua profícua carreira.


William Thomson, nome de batismo do Lorde Kelvin, foi responsável por importantes contribuições na análise matemática da eletricidade e da termodinâmica, porém ficou conhecido de todos nós por desenvolver a escala Kelvin de temperatura absoluta, definindo o zero absoluto, recebeu o título de 1º barão Kelvin, em homenagem a suas realizações científicas.


A prática de medir, pode ser aplicada a qualquer área da vida em que pretendemos obter melhores resultados, seja em questões ligadas a nossa saúde, ao nosso desempenho profissional ou acadêmico.


Quantos já passaram pela seguinte situação: um belo dia ao se perceber diante de uma balança, dessas de farmácia, após anos sem preocupar-se com seu peso, o indivíduo decide subir. Sem maiores pretensões, apenas porque a balança estava ali, disponível. E ao observar o resultado, que susto.


O resultado apresentado pelo instrumento, invariavelmente é completamente estranho para o indivíduo que se pesou. O peso, na maior parte dos casos, está muito acima do que se pressupunha. Acontece que essa mudança de peso não ocorreu do dia para a noite, foi um processo gradativo que evoluiu até chegar um dia, a ser constatado.


O mesmo acontece com as organizações. Elas precisam acompanhar com periodicidade suas métricas, para não tomar o mesmo susto que nosso amigo do exemplo anterior, que simplesmente se descobriu acima do peso em um nível que não imaginava.


Métricas são parâmetros que apresentam, usualmente, porém não obrigatoriamente, de forma quantitativa, o desempenho de uma determinada iniciativa colocada em prática.

As organizações, para utilizar de maneira adequadas as métricas, precisam defini-las claramente, identificando quais são importantes para sua operação, quais irão impactar diretamente sua vantagem competitiva e para isso, é preciso uma significação de quais questões os gestores precisam efetivamente responder para conduzir a empresa em direção ao sucesso.


Em nosso exemplo, foi fácil, a métrica escolhida foi simples. O peso, e poderia ter sido avaliada semanalmente, com uma operação corriqueira: a pesagem do indivíduo, preferencialmente na mesma balança, no mesmo dia e hora.


Métricas, quando bem definidas, permitem identificar o que não está ocorrendo de maneira adequada, fornecem bases sólidas para eventuais mudanças, e iluminam os pontos fortes (e fracos) da organização, facilitando sua análise e posterior tomada de decisão.


Na maior parte dos casos, identificar e adotar métricas adequadas não é tarefa tão simples quanto o exemplo apresentado no texto, porém, certamente é o caminho para melhoria contínua. Pois como afirmou o professor Williams Edward Deming: acredito em Deus, todos os outros devem apresentar dados .


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