O Supermercado de ontem e o de hoje – PARTE II



A história do segmento de supermercados no Brasil nos deixou ótimas lembranças com relação aos padrões operacionais das grandes redes, que zelavam bastante pela qualidade dos serviços e produtos que ofereciam aos seus clientes. No Nordeste em especial, temos com certeza o maior exemplo de competência e da preocupação que existia em oferecer conforto, produtos de qualidade, profissionais qualificados, lojas limpas e bem arrumadas.


Esse exemplo nos foi dado pelo Bompreço S/A Supermercados do Nordeste, que quando administrado pelo Grupo JCPM, era detentor do melhor padrão operacional de loja do país, sem qualquer bairrismo. Além do Bompreço, Orgulho de Ser Nordestino, existiam outras redes menores na região, que também, até porque procuravam se espelhar no padrão do Bompreço, primavam por serviços, produtos e lojas de qualidade para se manterem no mercado que sempre foi muito competitivo aqui no Nordeste.


Hoje quando o cliente chega a uma loja de supermercado, de grande ou pequeno porte, com raras exceções, além de não encontra-la devidamente limpa, muitas vezes não consegue identificar com facilidade a localização dos produtos, quando não encontra produtos vencidos e impróprios para consumo, como até pouco tempo foi noticiado na imprensa, além de pessoas pouco qualificadas, desatenciosas e insatisfeitas com o trabalho que estão desenvolvendo.


A decisão do Grupo Big de resgatar a marca Bompreço é de extrema felicidade, porque a força da marca é algo que faz parte da vida das empresas, das pessoas independente da classe social e não é algo de momento ou apenas uma tendência, é uma realidade concreta que em muitos casos se perpetua, mesmo quando a empresa não existe mais.


No caso em questão que a atividade comercial continua, a volta do nome Bompreço além de possibilitar o reencontro dos clientes com uma marca que sempre foi sinônimo de sucesso, permitirá uma reflexão sobre o poder de tudo isso no dia a dia das organizações.


Em suma, falar da força da marca é de fato falar de grandes empresas, da criação de necessidades e de mercados, de qualidade e de uma vantagem competitiva. O ciclo de valorização e desvalorização da marca afeta hábitos e valores da sociedade em geral, e o Grupo Big deixa isso muito claro quando observamos o depoimento do senhor Jorge Herzog, diretor executivo do grupo.


O propósito do Varejo Nordeste ao publicar mais um editorial sobre o tema não é atacar e denegrir a imagem do segmento, até porque o Portal tem o compromisso de defender os interesses do varejo, sente-se na obrigação de mais uma vez alertar as empresas para necessidade de tratar melhor suas marcas, rever seus modelos de gestão, quem sabe qualificando melhor seus gestores e colaboradores em geral, criando auditorias operacionais e ouvidorias, firmando parcerias com seus fornecedores e buscando uma relação mais estreita com seu órgão de classe, para promover feiras, seminários e workshops, que possibilitem trocas de experiências que com certeza serão bastante enriquecedoras e que só trarão benefícios para as empresas do segmento supermercadista.


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